Quão
insignificante é o Homem, perdido no mundo. Um mundo vasto e cheio de
mistérios. Só um Deus misterioso poderia fazer algo assim tão magnífico.
O ser humano acha que tudo pode e tudo pertence-lhe, mas esquece-se de que não passa
de um grão de areia numa imensa praia. Fala e gosta de dar a sua
opinião, porém tão banal que o vento facilmente a leva. Coitado, quer
expressar-se para assim provar a sua existência, no entanto é tão banal
que nem a natureza o ouve. Diz: "vou seguir a minha vontade e vou fazer
aquilo que quero", todavia que desprezíveis
e baixas são as suas obras. Uma vida sem sentido, cujo fim é o nada!
Uma criatura tão pequena que pensa que na verdade é grande, que
desilusão tem ao aperceber-se da sua fraqueza. Até o tempo de vida dele
são meros momentos, mal tem tempo para dar um fôlego. Desorientado,
perdido e incompreendido! Deus na Sua graça virou-se para este ser tão
banal e resolveu dar-lhe um propósito, algo ao qual poderia firmar-se,
onde teria alguma elevação, um pouco de importância. Deus nem precisava
disso, pois Ele é todo-poderoso, porém Ele quis dar um significado à
pobre existência humana. Quanto ao ser humano deveria agarrar-se com
unhas e dentes ao que lhe foi dado, agradecendo a enorme gentileza de
Deus. Graças a isso o pó transformou-se num útil instrumento a ser usado. Finalmente aquele coitado tem algo a que se pode chamar de vida. sexta-feira, 27 de abril de 2012
Homem, um ser insignificante!
Quão
insignificante é o Homem, perdido no mundo. Um mundo vasto e cheio de
mistérios. Só um Deus misterioso poderia fazer algo assim tão magnífico.
O ser humano acha que tudo pode e tudo pertence-lhe, mas esquece-se de que não passa
de um grão de areia numa imensa praia. Fala e gosta de dar a sua
opinião, porém tão banal que o vento facilmente a leva. Coitado, quer
expressar-se para assim provar a sua existência, no entanto é tão banal
que nem a natureza o ouve. Diz: "vou seguir a minha vontade e vou fazer
aquilo que quero", todavia que desprezíveis
e baixas são as suas obras. Uma vida sem sentido, cujo fim é o nada!
Uma criatura tão pequena que pensa que na verdade é grande, que
desilusão tem ao aperceber-se da sua fraqueza. Até o tempo de vida dele
são meros momentos, mal tem tempo para dar um fôlego. Desorientado,
perdido e incompreendido! Deus na Sua graça virou-se para este ser tão
banal e resolveu dar-lhe um propósito, algo ao qual poderia firmar-se,
onde teria alguma elevação, um pouco de importância. Deus nem precisava
disso, pois Ele é todo-poderoso, porém Ele quis dar um significado à
pobre existência humana. Quanto ao ser humano deveria agarrar-se com
unhas e dentes ao que lhe foi dado, agradecendo a enorme gentileza de
Deus. Graças a isso o pó transformou-se num útil instrumento a ser usado. Finalmente aquele coitado tem algo a que se pode chamar de vida.
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