sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Perante Deus!


Os meus pés perdem as forças, começam a tremer e quando dou por mim estou de joelhos. Um calor sobe desde o meu ventre e aquece-me o peito que queima de amor, a minha cabeça sente a pressão e abaixa-se em temor. Às vezes encho-me de gozo, é uma alegria imensa, olho para o lado e fico maravilhado, tudo toma o seu brilho, é como se estivesse num sonho, só dou gargalhadas, riu-me e sorriu. Outras vezes é o desespero que me atinge como um raio, as lágrimas escorrem-me do rosto como duas cascatas, a minha face mostra o quanto quero o meu Senhor, o quanto o amo, as minhas mãos levantam-se como que para o tocar. Não há melhor lugar do que o na presença do meu Deus, do meu Rei, do meu Senhor, do meu Salvador, aquele a quem eu entreguei a minha vida. O coração ferve, a minha mente está cheia dos pensamentos do Senhor, tão bonitos e sinceros, a verdade inunda-me que eu até me espanto com tanta revelação. Como é possível tanto conhecimento, tanta sabedoria, tanta pureza, tanto amor, tanto poder, tanta graça. Onde estou? Perguntou-me. Certamente já não estou na Terra, estou noutro mundo, noutra dimensão bem mais real, bem mais vivente, estou perante o meu Deus, bem dentro do seu eterno Reino. Naquele momento nada importa, pois estou perante o meu Deus.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Regras!

Quais as regras que ditam a tua vida? “É o meu mundo, são as minhas regras, desde que não interfira com a liberdade de ninguém, ninguém pode-se queixar, não é? A responsabilidade é minha!”. Isso certamente não acontece, pois nas tuas regras certamente chegará o dia em que te porás no caminho de outra pessoa, então já terás ultrapassado os limites da liberdade, sim a interacção entre as pessoas trata dessa quebra de barreiras. Então surge as regras regidas por um grupo, sociedade, cultura, país, continente, as regras do mundo vivente. Tu acabas por segui-las: ouves a música que te aparece à frente, veste-te como os outros se vestem, tens os mesmos hábitos e vícios, falas da mesma maneira e mesmo na tua diferença és igual. Porquê? Porque são as mesmas regras, é simples! O pensamento é agrupar-me com aqueles que se movem pelas regras que eu admiro ou que me habituei a executar. Pergunto-me onde está a liberdade nisto, se na verdade a tua vontade é-te incutida pelo teu meio ambiente, pensando bem talvez não sejas tão livre como pensas, não é verdade? Observa-se o mundo em que vivemos, um autêntico caos: violência, egoísmo, ódio, desprezo, apatia, corrupção e muita injustiça. É esse o caminho das regras desse mundo que culminam na destruição e morte. Então afinal não temos muita escolha, não somos assim tão livres como pensamos. Devo dizer-te que não nascemos para ser livres ou então a nossa definição de liberdade é que está errada. Existem dois caminhos: o do mundo e o que não é deste mundo. Eu escolhi o que não é deste mundo: o caminho de Deus, as regras de Deus. A minha vida rege-se nelas e nunca me falharam. “Ah, mas como sabes que vai valer a pena?”. Simplesmente sei, é o que se chama de fé em Cristo e no Reino de Deus, porque a fé neste mundo, essa já a perdi há muito!